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Psicologia Forense: O que é?

Existem vários tipos de profissões que se valem da interdisciplinaridade, ou seja, da utilização de duas vertentes diversas de conhecimento e formação. É esse o caso, por exemplo, da psicologia forense, que utiliza conjuntamente conhecimentos advindos do Direito e da Psicologia.

Muitas pessoas conhecem esse ramo da psicologia principalmente pelo o que se vê em filmes e livros nos quais há a tentativa de dissecar o comportamento de determinado criminoso ou, ainda, estabelecer psicopatias e tendências comportamentais.

Psicologia Forense

É claro que na prática a profissão ligada a esta área funciona de maneira diversa e não romantizada. Contudo, ela pode interessar às pessoas que gostam tanto do estudo das normas que regem a sociedade quanto da mente de quem as transgride.

Conheça, abaixo, o que é a psicologia forense, o que fazem e como trabalham os profissionais que se dedicam à área.

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Psicologia Forense: Conheça a área

Primeiramente, destaque-se que esse ramo da psicologia também é conhecido como jurídica e é de grande auxílio não apenas em investigações criminais, mas principalmente em estudos concernentes à criminalidade e às formas de combatê-la pela raiz.

Contudo, diferente do que se conhece dos filmes, o psicólogo forense não se limita apenas à área criminal, sendo utilizado, também, nas áreas de direito de família, trabalhista e outros. Isso porque o comportamento humano é essencial em todas elas, de forma que a psicologia jurídica encontra espaço.

Dessa maneira, a psicologia forense se dedica à avaliação das capacidades mentais de um indivíduo num âmbito judicial, ou seja, quando instaurado um processo ou necessária uma investigação que possa levar a um.

Ainda, o profissional da área se dedica a auxiliar, tecnicamente, vários dos atores principais dos processos judiciais. Dentre eles, juízes, com a apresentação de relatórios e provas técnicas, advogados, fiscais e outros.

Qual a formação do psicólogo forense?

As pessoas que atuam como psicólogas forenses têm formação superior, ou seja, terceiro grau, na área de Psicologia.

Contudo, após o término desse curso de graduação, é necessária uma especialização na área de psicologia forense, na qual serão estudados aspectos jurídicos que incluem leis, procedimentos e formação de provas.

Após tal especialização é possível que o profissional se considere, efetivamente, um psicólogo forense.

Psicologia forense: áreas de atuação dentro do direito

Uma vez que o trabalho do psicólogo forense não se limita à área criminal (mais conhecida e também mais ilustrada em filmes, séries e livros), conheça como ele desenvolve suas atividades diante de cada um dos ramos do direito.

Psicologia Forense

Primeiramente, em relação ao Direito de Família, responsável por regular a instituição do casamento, guarda de filhos, pagamento de pensões, afastamento de crianças ou adultos do lar, pode-se afirmar que a psicologia forense pode auxiliar a determinar a capacidade de um adulto em cuidar de crianças e adolescentes, por exemplo.

Isso é importante em processos de guarda e de divórcio, assim como de determinação de incapacidade de uma pessoa idosa que está sendo negligenciada pela família. Além disso, nesse mesmo âmbito é possível que esses profissionais atuem na análise e limitação dos efeitos de um divórcio, por exemplo, no comportamento e desenvolvimento dos filhos.

Na área do direito civil, que é responsável por regulamentar contratos, capacidade e outras normas referentes às relações privadas, a psicologia jurídica pode atuar na análise da capacidade ou incapacidade das partes envolvidas.

Já no direito penal, que envolve a parte criminal, esse ramo da psicologia é importante para analisar o comportamento do criminoso e traçar uma tendência, por exemplo. Ainda, estuda os efeitos de violência na vítima e no seu autor, existência de transtornos e psicopatias e, ainda, a imputabilidade, ou seja, a consciência do crime e possibilidade de responsabilização do autor.

Por outro lado, no que diz respeito ao direito do trabalho a psicologia forense pode ser utilizada em situações que envolvem assédio moral e sexual, assim como reconhecer, nesse sentido, comportamentos predatórios no interior de uma empresa.

Também, é aplicada para a análise de eventual incapacidade causada por transtornos psíquicos que podem envolver depressão, ansiedade, crises de pânico e outros.

Utilização da psicologia forense na área jurídica

Geralmente a aplicação dos conhecimentos da psicologia jurídica em processos e procedimentos judiciais ocorre através da apresentação de relatórios que serão utilizados pelo juiz responsável por julgar a causa.

Podem ser utilizados, também, para a constituição de provas utilizadas pelos advogados de qualquer uma das partes envolvidas no trâmite jurídico.

No caso do relatório apresentado a um juiz, por exemplo, haverá a necessidade do psicólogo forense elaborar respostas justificadas às perguntas realizadas pelo julgador. Isso porque esse relatório pode influenciar de maneira direta na decisão final a depender do seu conteúdo e de outras provas e aspectos do procedimento.

Além disso, cabe ressaltar que há necessidade de precisão e objetividade no relatório. Ou seja, ele não pode ser repleto de floreios, de forma que apresente desde logo respostas claras aos questionamentos judiciais.

Portanto, a psicologia forense é de grande importância em diversos ramos jurídicos. Dessa maneira, é uma ótima opção para quem se interessa tanto por aspectos psicológicos quanto pela área legal.

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